Dia Mundial do Rock: os 13 álbuns mais influentes da história do rock!

By | 2018-07-06T10:28:13+00:00 10 de julho de 2018|Rock’ n’ Roll|

ROCK’N’ROOOLLLLLL

É isso aí galera, mais um dia mundial do Rock chegou e com ele o saudosismo dos bons tempos que o mundo fabricava rock de verdade! Tirando meia dúzia de bandas ok que realmente fazem a diferença hoje em dia, todo o resto é uma cópia paraguaia do que já se viu por aí nestes mais de 50 anos de pedras rolando.

Mas por que hoje é considerado o dia do rock?

Basicamente para atender um desejo expressado por Phil Collins durante o festival de música Live Aid em 1985, um evento com shows simultâneos em vários países para levantar fundos e (tentar) erradicar a fome na Etiópia, e que contou com estrelas como Queen, Rolling Stones, Elton John, Led Zeppelin, The Who, Dire Straits, BB King, Black Sabbath, Paul McCartney, David Bowie, U2, entre outros monstros sagrados do rock.

Voltando ao que interessa: A Rock and Roll of Fame listou os 200 álbuns definitivos da história da música, baseado em seus desempenhos de venda e continuidade da popularidade. Como hoje é dia 13, resolvi pinçar, desta lista, os 13 discos mais influentes (na minha humilde, mas escolada opinião) da história do Rock!

Será que dá pra resumir 60 anos de rock em tão poucas influências? Missão impossível? Pois vejamos abaixo!

Elvis Presley – Elvis Presley (1956)

Você pode conhecer pouco desse cara e achar que ele era só pose e passinhos, mas estamos falando basicamente do cara que escancarou o rock no cenário mundial e mudou o rumo da história em pleno anos 50. Não por acaso, ele é chamado até hoje de “O Rei do Rock”.

Neste disco há clássicos como “I Got a Woman” de Ray Charles e “Tutti Frutti”, um verdadeiro hino do rock dos anos 50/60. 

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Esse álbum ocupa uma longínqua 147º posição nos 200 mais da Rock’n’Roll Hall of Fame. E a explicação é que essa lista leva em consideração as vendas e esta explosão consumista só se consagrou na era pós-Beatles. Mas para mim, esse álbum merece estar entre os 13 daqui, mais pela influência mesmo, porque ele mudou os rumos da música para sempre!

Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band – The Beatles (1967)

Você não verá outra banda com mais de um disco nesta lista. Apenas os Beatles. Mas por que? Porque os Beatles são os Beatles ora!

Todas as bandas de rock pós-Beatles devem algo da sua musicalidade à eles, queira você ou não. E “Sgt. Peppers” é considerado o mais influente disco da história do rock.

Sucessor do excelente “Revolver” (que também marca a história da banda e do gênero), “Sgt. Peppers” foi aclamado pela grande maioria dos críticos pela sua inovação na produção musical, escrita, design gráfico e por criar uma ponte que divide a música popular e a arte legítima, bem como dar uma representação musical da geração do seu tempo e a contra-cultura contemporânea. Este disco recebeu elogios como “uma evolução histórica no progresso da música” (Revista Time) e “elevou a música pop ao nível de arte” (New Statesman).

Quer mais? Foi o primeiro álbum de rock a receber 4 Grammy’s, em 1968. Não está convencido? É o Número 1 do Top 200 do Rock’n’Roll Hall of Fame e também aparece em primeiro no Top 500 da revista Rolling Stone.

Mas, o que que tem de tão especial neste disco? A obra prima custou 700 horas de estúdio e cerca de 25.000 libras (um valor estratosférico para a época) regido pelo genial George Martin (o “quinto Beatle”) e foi onde os meninos (sim, meninos, com 24 a 26 anos!) de Liverpool se empenharam ao máximo para produzir o disco dos discos. Sgt. Peppers segue uma linha de raciocínio que pede uma audição completa, sem pausas, para ser aproveitado e entendido ao máximo. Algo como o Dark Side of The Moon, do Pink Floyd.

Além da faixa de abertura, com o mesmo nome do álbum – que apresenta o disco como se fosse um show da “Banda dos Corações Solitários” iniciando, com aplausos e tudo mais –  este marco da história do rock traz “With a Little Help from my friends”, “Lucy in the sky with diamonds”, Within you Without You”, When I’m Sixty Four”, “A Day in The Life”, entre outras. Se em “Revolver” os Beatles trouxeram todas as novidades para o rock, em “Sgt. Peppers” eles atingiram a perfeição.

 

Revolver – The Beatles (1966)

Revolver é um disco que marca uma mudança de rumo do Rock. Aqui, os Beatles deixam de lado o visual boy band – cabelinho cortado, ternos combinando, canções-chiclete prontas pra rádio – e se utiliza de todas suas influências como Motown, sons indianos, jazz, folk e muito Rock’n’Roll!

Está em 42º (injusto!) na lista dos 200 mais da história. Hits como Taxman, Eleanor Rigby (minha preferida neste disco) e a experimental Love you To, com os acordes de cítara genialmente tocados por George Harrison, são, literalmente, imortais.

 

Dark Site of The Moon – Pink Floyd (1973)

Vamos a um dado básico: estima-se que um em cada 14 pessoas nos EUA, com menos de 50 anos, tenha uma cópia deste disco. Quer mais um? Uma das lendas urbanas mais conhecidas do mundo do Rock é que se você tocar este disco sincronizado com o filme original do Mágico de Oz (1939), as músicas se encaixam perfeitamente, como se fossem feitas para o filme! Verdade ou não, o fato é que este é um álbum para ser ouvido do começo ao fim, sem pausas, sem outras músicas no meio, sem paradinha pra olhar o WhatsApp. Isto pode parecer um pouco ousado para a geração MP3 ou soar impossível para a geração Spotify, mas é assim que se ouve música de verdade amigos! E principalmente este disco!

Gravado no icônico estúdio da Abbey Road (Beatles, Radiohead, Oasis), Dark Side of The Moon tornou-se um clássico, instantaneamente, pela temática das músicas, conexão entre elas, abordagem musical arrojada, sonoplastia e masterização, nome, simbologia, capa, tudo! É um must have em qualquer coleção. Tanto que a estimativa é que vendeu entre 45 e 50 milhões de cópias ao redor do planeta (só perde para o clássico “Thriller” de Michael Jackson), figurando 591 semanas seguidas na lista dos mais vendidos da Billboard, literalmente entre 1976 e 1988. Já no Top 200 dos álbuns definitivos do Rock and Roll of Fame, está em uma honradíssima 2º posição. Merece.

 

Nevermind – Nirvana (1991)

O rock na década de 90 foi tomado de assalto por um movimento que começou barulhento, mas abafado nas garagens dos subúrbios de Seattle e, de repente, explodiu com violência pelas vozes roucas e angustiadas de caras como Kurt Kobain, Eddie Vedder e Chris Cornell: o grunge.

Numa época em que o glitter, cabelos cheios de laquê, maquiagem (!) e fantasias esdrúxulas dominavam o figurino dos roqueiros com bandas fazendo muito sucesso (como Poison, Aerosmith, Kiss, Bon Jovi, Guns’n’Roses, Judas Priest), quem iria apostar em jovens depressivos trajando roupas velhas de flanela, cabelo desgrenhado, músicas bad vibe, vindos dos confins da fria e escura Seattle, no noroeste dos EUA, quase no Canadá? Pois foi o que aconteceu! Primeiramente com bandas como Soundgarden e Alice in Chains, mas ainda sem chamar grande atenção nacional.

O lançamento do disco Nevermind em 1991, o primeiro do Nirvana por uma grande gravadora (Geffen, hoje DGC Records), escancarou o estilo grunge ao redor do planeta enterrando definitivamente o glam rock que dominava à época. Kurt Cobain, com seu estilo largado, despojado, avesso às entrevistas, quase sempre entorpecido, fã declarado dos Pixies, influenciou a moda e a música mundialmente em questão de semanas, em um movimento poucas vezes visto antes – vamos lembrar que a internet não existia na época, a disseminação musical era feita através das rádios e pela MTV.

O disco conseguiu emplacar 4 hits automaticamente, os hinos “Smell like teen spirit”, “In Bloom”, “Come as you are” e “Lithium”, arrastando multidões para os shows da turnê mundial da banda, que antes deste álbum não enchia nem um bar de karaokê em Seattle. O poder de transformação no mundo do rock por “Nevermind” pode ser medido pela sua posição no Top 200, um honestíssimo 10º lugar.

 

Back in Black – AC/DC (1980)

Vamos falar de um álbum que rivaliza com “Dark Side of The Moon”, na posição de segundo disco mais vendido da história, (ambos atrás apenas de Thriller de Michael Jackson) com incontáveis 51 milhões de cópias? Então vamos falar de Back in Black, sétimo álbum dos australianos do AC/DC – banda de hard rock aclamada mundialmente.

Na carona do sucesso anterior, “Highway to Hell” (que tem a música homônima que é um verdadeiro HINO do Rock’n’Roll) e a tragédia da morte por embriaguez do vocalista Bon Scott, a banda quase acabou, mas segurou a barra e veio com “Back In Black”, uma obra prima que enfileira hits trazendo a monstruosa “Hells Bells” na abertura (de arrepiar essa música), “Shoot to Thrill”, “Giving the Dog a Bone”, “Let me Put My Love into You”, além da inconfundível “Back in Black”, entre outras. Um absurdo esse disco!

Seguindo nessa linha, o AC/DC apontou o caminho para as principais bandas de grande sucesso dos anos 80 como Motley Crue e Guns ‘n’ Roses. Em 17ª na Top 200 do Rock’n’Roll Hall of Fame, o AC/DC marcou época com Back in Black e ainda influencia uma penca de bandas quase 40 anos depois do seu lançamento.

The Velvet Undergound & Nico – The Velvet Undergound (1967)

A maior lenda urbana do rock remete ao Pink Floyd e o seu surreal “Dark Side of The Moon” (leia aqui no post a resenha sobre este disco). A segunda maior lenda urbana é sobre o Velvet. Dizem que este álbum de estreia foi o maior fracasso comercial e que eles fizeram um show desolador para pouco mais de 500 pessoas. Porém cada uma dessas pessoas saiu do show e montou uma banda. Se isso não se chama influência, já não sei de mais nada…

Com uma capa marcante, uma banana desenhada por ninguém menos que o artista plástico Andy Warhol, o álbum foi gravado em 1966 enquanto o grupo fazia parte de uma série de apresentações experimentais de Warhol, chamadas Exploding Plastic Inevitable, que chamou a atenção devido ao conteúdo repleto de textos emocionais e controversos incluindo a dependência de drogas, prostituição, sadomasoquismo e experiências sexuais. O fracasso de vendas é real (menos de 30.000 cópias)m já que seu conteúdo “pesado” afastou a novidade das rádios e lojas, mas a influência musical e experimental que demorou a ser percebida ao longo dos anos se solidificou e praticamente criou uma cultura para o rock‘n’roll, inserindo valores insuspeitados até então e tornando-se uma referência para 9 a cada 10 bandas que tenham qualquer pretensão de soar alternativa após eles.

No Top 200 que estamos usando de referência ele nem aparece, mas eu seria massacrado se deixasse essa obra revolucionária de fora do meu Top 13 do Rock’n’Roll.

 

Are You Experienced – Jimi Hendrix (1967)

Listado na 41ª posição do Top 200 Rock’n’Roll Hall of Fame, (injusto na minha opinião) este é o álbum de estreia do Deus da Guitarra, o imortal Jimi Hendrix. Sucesso absoluto de público e crítica, Are You Experienced apresenta uma abordagem totalmente inovadora de Hendrix para composições e a forma de tocar guitarra, o que direcionou o rock para um som mais psicodélico.

Hendrix tem mais álbuns póstumos do que produzidos por ele em sua (infelizmente) curta e bem sucedida carreira, mas Are You Experienced é certamente um marco na história do rock, brindando os fãs com pérolas como “Purple Haze” (é impossível não levantar da cama ouvindo essa música), “Hey Joe” (clássico dos clássicos, regravada em português pelo O Rappa), “Fire”, “Foxey Lady”, “Red House”, entre outras. Muito difícil apontar a melhor música desse álbum absolutamente genial.

 

Led Zeppelin IV – Led Zeppelin (1971)

Qualquer lista de rock que não tenha essa banda simplesmente não merece o meu respeito! E são tantos hits, tantos discos bons, que cada lista que você encontrar por aí aponta pelo menos um deles. Se pudesse eu colocaria uns 4 discos só nessa lista, mas, dentre todas as obras primas dessa banda cabulosa, escolhi o IV para figurar no meu Top 13, não por acaso, o disco que traz “Stairway to heaven”, provavelmente uma das mais conhecidas músicas do planeta (se você não conhece, sugiro que pare a leitura por aqui e vá ouvir).

Estamos falando de um disco que vendeu mais de 40 milhões de cópias no mundo! Quarenta milhões! Os caras eram tão revolucionários que colocaram apenas símbolos na capa representando cada um dos integrantes, para desespero da gravadora que temia que o álbum fracassasse. Além do hino já citado acima, esta verdadeira aula de rock traz “Black Dog”, “Rock and Roll” (é de chorar de emoção essa música), “Misty Mountain Hop” e “Going to California”. Para completar, Led Zeppelin IV ocupa a 4º posição do Top 200.

 

Sticky Fingers – The Rolling Stones (1971)

De 1968 (ainda na sombra dos Beatles) até 1972, os Rolling Stones produziram os seus quatro melhores álbuns de toda a carreira: “Beggars Banquet”, “Let it Bleed,” “Sticky Fingers” e “Exile on Main St.” O terceiro em especial é o meu escolhido para o Top 13 da D.O.N.. Não pelas vendas (sucesso absoluto), nem pela posição na Top 200 do Rock’n’Roll Hall of Fame (uma incômoda 49º posição), mas pela atitude rock and roll assumida pela banda nesse momento.

Sim, eles sempre foram os bad boys do brit rock enquanto os 4 de Liverpool eram os good boys (até “Revolver” diga-se de passagem), mas a partir de “Beggars Blanquet” eles se colocam em cena definitivamente.

Quando lançaram “Sticky” os Beatles não estavam mais juntos como banda e este fim colaborou para a ascensão vertical dos Stones. O álbum traz músicas presentes em qualquer playlist de respeito como “Brown Sugar”, “Wild Horses”, “Can you hear me knocking” , “Bitch” e “Sister Morphine”. Foi como um statement da banda: estamos aqui e vamos durar!!

A capa bolada, por Andy Warhol e proibida na Espanha, trazia uma foto de um jeans na altura do zipper, só que com um zipper de verdade para ser aberto. Para fechar, foi neste disco que apareceu pela primeira vez a eterna logo dos Stones – a boca com a língua de fora. No ano seguinte eles ainda lançariam o excelente “Exile on Main St”, mas é em “Sticky Fingers” que os Rolling Stones são reverenciados.

Bringing it all back home – Bob Dylan (1965)

Ocupando quase a lanterninha da Top 200, em uma inaceitável 195ª posição, este é um dos álbuns mais influentes e importantes de Bob Dylan. Em “Bringing it all back home”, Dylan abandona o violão com pegada folk que já fazia grande sucesso e entra de cabeça na guitarra elétrica, assustando os devotos fãs e ganhando novos. Foi, inclusive, vaiado e xingado de traidor no Festival de Newport, quando despontou no palco com uma Fender Stratocaster debaixo do braço. Para Dylan, este movimento fazia sentido. Dias antes do festival, ele havia lançado o single “Like a Rolling Stone”, um marco na sua carreira e na história do rock. Essa atitude mostrou que o espírito rock ‘n’roll corria solto na alma de Dylan, afinal de contas, não é todo mundo que sobe num palco para 100.000 fãs e apresenta um novo estilo radicalmente diferente.

O primeiro ponto interessante é o título do álbum “Trazendo tudo de volta para casa”, uma referência clássica de que o rock havia nascido nos EUA, nos anos 50, e não na Inglaterra onde as bandas britânicas Beatles e Rolling Stones estavam abalando o planeta. Este era um manifesto claro de Dylan não só ao rock mas como a si mesmo, que teve influências de Elvis Presley e Hank Williams no início da carreira.

O disco foi dividido em dois: o Lado A, totalmente eletrificado e o Lado B, ainda com as acústicas que os fãs de folk tanto veneravam. Além da faixa de abertura “Subterranean Homesick Blues”, Bringing traz as ótimas “Maggie’s Farm”, “Outlaw Blues” e “On The Road Again”. Um disco imperdível para quem quer entender os caminhos tortuosos do rock, desde os anos 50 até aqui.

 

Black Sabbath, Black Sabbath (1970)

Os Beatles já tinham saído de cena enquanto os Stones e Led Zeppelin reinavam na cena do rock mundial, quando, um meteoro explode nos ouvido dos roqueiros de plantão! Black Sabbath, album inaugural da banda homônima liderada pelo trash Ozzy Osbourne – na época um jovem transgressor que, segundo conta a lenda, mordia morcegos e pisoteava pintinhos vivos no palco e mais recentemente, um vovô meio gagá ridicularizado em reality shows da MTV e prometendo turnês de encerramento da banda ano após ano.  

O fato é que o Black Sabbath foi o responsável por uma das vertentes do rock mais promissoras: o heavy metal, influenciando toda uma geração de bandas e respingando em outros estilos como o grunge de Kurt Cobain & cia.

Neste disco, Ozzy Osbourne inaugurou um estilo pesado, sombrio, meio filme de terror, com sons de sinos macabros, chuva, letras sobre morte e distorções de guitarra inéditas. Se você é fã de QUALQUER vertente do metal e não conhece faixas como “N.I.B”, “Sleeping Village” e “The Wizard”, já sabe né… Na lista Top 200 da Rock’n’Roll Hall of Fame quem aparece é o segundo disco da banda, Paranoid, mas pelo marco no rock, escolhi o inaugural do Sabbath para a minha top 13.

 

London Calling – The Clash (1979)

Vamos falar agora de outra vertente do rock, que não pode ser ignorada: o punk. E ao surgir no meio dos anos 70, o movimento tinha dois grandes representantes na Inglaterra: o Sex Pistols e o The Clash. Enquanto o primeiro era mais agressivo, incendiário, suicida, xingando até a rainha da Inglaterra e durando apenas 2 anos, o The Clash partiu para uma linha evolutiva e progressista em sua carreira, investindo em músicas rápidas, variando e experimentando diversos estilos neste disco, que vão de punk ao reggae, rockabilly, ska, R&B, pop, hard rock e baladas.

Posicionado em 96º no Top 200, “London Calling”, o terceiro disco da banda traz alguns clássicos como a própria faixa-título, a animada “Brand new Cadillac”, “Lost in the Supermarket”, “The Guns of Brixton” (incrível!), entre outras. Posso dizer que todas as bandas de ska beberam nessa fonte.

 

Em entrevista para o Jornal Extra, Tony Bellotto, guitarrista dos Titãs, disse:

“London Calling” mais que mudou minha vida. Ele inventou uma vida para mim. É um disco fundamental da mais importante banda de rock de todos os tempos – na minha opinião – e que definiu o rock moderno, com a mistura de rock tradicional, punk rock, reggae, funk, rap e hip-hop, que ainda eram embrionários na época. As sacadas do Clash, tanto musicais quanto políticas, sempre estiveram, e estão até hoje, presentes e reconhecíveis (com muito orgulho!) no trabalho dos Titãs.”

 

E aí?! O que achou da nossa lista? Comente e nos fale a sua, também!

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